¿Porque integrar terapia espejo en la neurorehabilitación?

La terapia espejo, es una técnica frecuentemente utilizada en las sesiones de rehabilitación sensitiva-motora de individuos amputados con el objetivo de reducir molestias sensoriales. Actualmente también se usa en las sesiones de neurorehabilitación, o sea, con pacientes neurológicos para la rehabilitación motora y reducción del dolor si es el caso.

Básicamente, esta técnica, se basa en la creación de la ilusión óptica de movimiento de la extremidad afectada. Lo más habitual, es colocar un espejo en perpendicular con el paciente de forma a reflejar la extremidad no afectada así cualquier movimiento de esta extremidad genera la imagen de una extremidad contralateral, supostamente la extremidad afectada. Sobretodo se caracteriza por ser económica y no necesitar de gran esfuerzo físico por parte del paciente. Por otro lado exige un gran esfuerzo cognitivo como una gran capacidad atencional y motivación por parte del individuo que la realiza.

En neurorehabilitación se introduce esta metodología de trabajo con el intento de favorecer el proceso neuroplástico después de una lesión o daño cerebral, o sea, aumentar el número de neuronas implicadas en la acción, mejorar y asentar las conexiones eléctricas y químicas entre neuronas, modular la excitación y inhibición necesarias a un movimiento coordinado etc. Los resultados de diferentes estudios, llevan a los científicos a formular varias teorías del comportamiento cerebral frente a la terapia por espejo:

1- Activación de neuronas espejo. Neuronas especificadas en la interpretación y copia de una acción, esto es, neuronas que se activan en la observación de una acción. Entonces la teoría es que la actividad de este grupo neuronal favorecerá la activación de las neuronas motoras responsables del movimiento observado.

2- Reclutamiento de neuronas ipsilaterales. Activación de neuronas motoras del hemisferio cerebral afectado a partir de proyecciones desde el hemisferio cerebral no afectado que se ve ahora implicado en la acción

3- Aumento y mantenimiento de la atención a la región corporal afectada. La afectación motora conduce a la reducción de la atención a esa región del cuerpo y su desuso. La terapia espejo permite que el individuo continúe a ser consciente y mantener la representación corporal de la parte del cuerpo afectada (ej.: pierna, brazo, piernas, mano etc) lo que a largo plazo favorece la recuperación sensitiva y motora.

Por que integrar a terapia espelho na neurorehabilitação?

A terapia espelho é uma técnica frequentemente utilizada nas sessões de reabilitação sensório-motora de amputados com o objetivo de reduzir o desconforto sensorial. Atualmente, também é usado em sessões de reabilitação neurológica, isto é, com pacientes neurológicos para reabilitação motora e redução de dor se for o caso.

Basicamente, esta técnica baseia-se na criação de uma ilusão óptica do movimento do membro afetado. O mais comum é colocar um espelho perpendicular ao paciente para refletir o membro não afetado, de modo que qualquer movimento desse membro gera a imagem de um membro contralateral, supostamente a  extremidade afetada. Acima de tudo, caracteriza-se por ser económico e não requer grande esforço físico por parte do paciente. Por outro lado, requer um grande esforço cognitivo como uma grande capacidade de atenção e motivação por parte do indivíduo que o realiza.

Na neurorrehabilitação, esta metodologia de trabalho é introduzida com a intenção de favorecer o processo neuroplástico após uma lesão cerebral, isto é, aumentar o número de neurónios envolvidos na ação, melhorar e resolver as conexões elétricas e químicas entre os neurónios, modular a excitação e inibição necessárias para um movimento coordenado etc. Os resultados de diferentes estudos levaram cientistas a formular várias teorias do comportamento cerebral da terapia espelho:

1- Activação de neurónios espelho. Neurónios especificados na interpretação e cópia de uma ação, isto é, neurónios que são activados na observação de uma acção. Então a teoria é que a actividade deste grupo neuronal favorecerá a activação dos neurónios motores responsáveis pelo movimento observado.

2- Recrutamento de neurónios ipsilaterais. Activação de neurônios motores do hemisfério cerebral afetado a partir de projecções do hemisfério cerebral não afetado que agora está envolvido na ação

3- Aumentar e manter a atenção na região do corpo afetado. A afectação motora leva à diminuição da atenção para aquela região do corpo e a seu desuso. A terapia de espelho permite que o indivíduo continue consciente essa parte do corpo e mantenha a representação corporal da parte do corpo afetado (Ex., Perna, braço, pernas, mão, etc.) que, a longo prazo, favorece a recuperação sensorial e motora.

 

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